A igualdade de oportunidades assenta em dois instrumentos básicos que a tornam eficaz: educação e impostos.

Os idiotas querem o poder, mas não sabem o que fazer com ele, quando o alcançam.

Os modelos educacionais e fiscais existentes são dois obstáculos óbvios à mobilidade social, porque, na sua configuração actual, desencorajam o esforço das pessoas para aumentar o seu nível de vida e a de seus filhos através do trabalho, poupança e investimento em capital humano. A tentativa de corrigir esta situação através de políticas redistributivas articuladas entre um gasto público maior e uma fiscalidade agressiva não é, certamente a solução, mas uma das causas do problema.

No fundo, apesar de tentarem parecer superiores, os idiotas sabem que o são e se sentem inferiores às pessoas normais.

Esta na hora de morrerem as nossas velhas crenças, para permitir que nasçam as novas que estão por vir. Daí a importância de nos questionarmos, questionando um sistema de crenças que dávamos por imutável e completamente certo.

Nunca se subestime o poder de povos idiotas em grandes grupos para destruir a sociedade e arrastar os restantes com eles.

Não são os políticos que mudam a nossa vida. Somos nós, os cidadãos. E não com o nosso voto, mas com as nossas decisões e ações.

Despacito, idiota …